quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Cor da sobrancelha deve ser a mesma do cabelo?


Quando a mulher resolve mudar a tonalidade do cabelo surge sempre uma dúvida: a cor da sobrancelha precisa acompanhar esta mudança? O assunto precisa ser tratado com muita cautela na opinião Rayane Doval Fontes, hairstylist e colorista do Walter’s Coiffeur, no Rio de Janeiro. “É uma questão de gosto. Caso o tom do cabelo esteja muito claro, contrastando com a sobrancelha, pode-se mudar, mas não é regra”, esclarece.
Ela alerta, no entanto, para o cuidado, principalmente, na hora de clarear: “uma sobrancelha clara demais pode deixar o visual brega”. Para não cair nessa armadilha, ela recomenda clarear no máximo dois tons para que, quando o pelo começar a crescer, não gere tanto contraste.
Conforme a hairstylist, se a mulher optar por tingir a sobrancelha, o ideal é fazê-lo com uma esteticista, pois essa profissional terá a coloração própria para aplicação na sobrancelha. “A coloração de cabelo não é indicada para sobrancelha. Se utilizada em excesso pode causar até a queda da mesma.”
Coloração bem clara: neste caso a sobrancelha pode mudar para castanho claro ou marrom, dependendo do tom da pele.
Coloração marrom: o indicado é clarear para o castanho claro ou loiro escuro. No caso de loira com sobrancelha com um ou dois tons mais escura do que a madeixa, não será necessário mexer na cor.
Coloração ruiva: o indicado é mudar para um marrom claro, puxando para o caramelo dourado.
Coloração preta: no caso de sobrancelha clara, a necessidade de mudar a cor dependerá do quão escura for a tinta. Quanto mais para o preto, maior a probabilidade de ter que tingir.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Conheça o biquíni que empina o bumbum

A parte do corpo predileta de muitas brasileiras, o bumbum, ganhou um reforço: o biquíni coração

Chris Bertelli 
A modelagem é parecida com o tradicional asa-delta, mas um detalhe tem feito toda a diferença: um elástico franzido no centro do biquíni que cria um efeito drapeado, cava as laterais e baixa ligeiramente o centro. O resultado, garantem as adeptas, é um bumbum empinado
“Ele é excelente para meninas como nós, que têm o bumbum pequeno. É ótimo também para quem tem o bumbum maior, porque é confortável e não vulgariza”, afirmam as gêmeas do nado sincronizado Bia e Branca, fãs do modelo. “Nós não nos sentimos a vontade usando um biquíni fio-dental. O modelo nos deixa mais sensuais e confortáveis”, completam.
As primeiras a descobrirem as maravilhas desse tipo de biquíni, apelidado por aqui de coração devido ao desenho que cria no bumbum, foram as americanas. Jeniffer Aniston, Lindsay Lohan, Cameron Diaz e Kate Moss são algumas das hollywoodianas que apostam no estilo que por lá ganhou o nome de “ripple”.
A novidade, embora tenha sido lançada no exterior, é da capixaba Paula Hermanny, dona da marca ViX. “A ideia foi tirada das lingeries e o objetivo era mesmo que o bumbum ficasse empinadinho, principalmente porque aqui nos Estados Unidos as mulheres quase não têm bumbum”, explica.
Para ela, o ripple valoriza qualquer tipo de corpo, mas quem estiver acima do peso não deve usar. “Se a mulher está mais de 10 quilos acima do peso ideal, ela deveria usar um maiô”, opina a empresária. Com estampas ou lisos, os biquínis custam, em média, R$300.
Paula mora nos Estados Unidos desde 1995, quando foi para o país estudar. Foi nessa época que começou a vender peças que ela mesma adaptava ao gosto das amigas norte-americanas, que adoravam os biquínis vindos do Brasil, mas ainda os consideravam pequenos.
Fazendo sucesso agora no Brasil, a estilista conta que volta ao país pelo menos seis vezes por ano. Em dias de semana e fora de temporada, visita sua praia predileta, o Arpoador, no Rio de Janeiro.